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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Famosas e Anônimas sem calcinha ou sem nada ! Contos Eróticos por Tifudyas


                            Os   Contos Eróticos foram gentilmente cedidos por Tifudyas .

Meninas que andam sem calcinha (conto erótico)


- Sei lá mãe, eu não gosto e pronto! 

- Mas isso não tem cabimento menina! Seu pai, seus irmãos, eu e até sua irmã, que tem uma cabeça bastante aberta e é tão liberal, acha que é um absurdo esse seu procedimento. 

- To nem ai. É assim que me sinto bem e não vou mudar só pra contentar os outros. 

- Minha filha, você tem uma gaveta cheia da melhor lingeries. Eu não entendo porque faz questão de andar assim! 

- Questão de gosto mãe. É assim que eu me sinto a vontade e em total liberdade. Odeio ter um pedaço de tecido prendendo o meu corpo e me fazendo sentir preza... Odeio calcinhas. 
- E a questão de higiene filha? Nenhuma menina sai assim como você! 

- Ai a senhora ta enganada mãe. Existe um monte de garotas como eu, que deixaram de lado as convenções e não ligam pra opinião dos outros. Elas fazem o que sentem vontade e pronto. Andar sem calcinha é uma coisa natural para nós. 

- Mas... 

- Nem mais nem menos velha, eu vou sair e espero que quando voltar á senhora não continue a esse assunto. Tchau, não sei que hora volto, ela falou para a mãe e saiu batendo a porta. 
Saiu de casa, na verdade sem saber aonde ia naquela hora da tarde, mas só pra fugir das idéias da mãe que tanto a incomodavam. Ao chegar á esquina – a Bernadete morava num ponto central da cidade em que havia um Banco do Brasil e ali era um local de muito movimento – o farol de pedestres estava fechado e ela parou junto á multidão que o esperava abrir. 
Do outro lado da rua, junta a outro monte de pessoas, a Bernadete viu uma linda mulher ricamente vestida. Ela trajava uma blusa dourada bem curta, que deixa ver sua barriga lisa e clara, usava sandálias elegantes e uma saia leve que tinha um corte que deixava a mostra uma de suas pernas longas e a enchia de sensualidade. 
Nessa hora um vento mais forte bateu e levantou a saia daquela mulher maravilhosa. Ela olhou pra dezena de pessoas que estavam do outro lado da rua olhando e que viram a sua nudez, abaixou com charme a saia sem perder a classe e naturalmente deu um sorriso gostoso ao mesmo tempo o sinal abriu. Todos viram a enorme vagina peluda que ela tinha, mas ela cruzou a rua com eles, cheia de dignidade, e caminhou pela calçada por onde a Bernadete tinha vindo. 
 Ela – a Bernadete - sentiu arrepios, também que ficava molhada entre as pernas e não mais tirou de sua cabeça a imagem do bucetão peludo daquela mulher maravilhosa que havia encontrado no cruzamento, pertinho de sua casa. 




O telefone tocou e foi a Bernadete que atendeu: 

- Alô. 

- Oi, queria falar com a Bernadete. 

- É ela mesma, quem é? 

- Oi Bernadete, arrisquei com a sorte. Tava temerosa de outra pessoa atender e ter de desligar. Já que é você, vamos conversar.

- Mas quem é você? 

- Uma amiga. Ao menos, espero que sejamos grandes amigas. 

- Mas, eu não estou entendendo... 

- Há uns dias atrás eu te vi no cruzamento em frente ao Banco e não te tirei mais da cabeça. Menina, eu me apaixonei por você, e olha que á muito tempo já não acreditava no amor. Procurei saber quem você era e pensei em te ligar assim que tive informações, mas me enchi de medo. Finalmente criei coragem, você não quer tomar um sorvete e me conhecer? 
Meses depois a Bernadete nos braços de sua amada recordava dizendo palavras amorosas: 

- Querida, sai naquele dia revoltada com minha mãe e com seus preconceitos absurdos, estava meio perdida. Pensava que talvez ela tivesse razão, que eu era talvez mesmo anti-higiênica por andar sem calçinhas como ela dizia e me torturava com as idéias que ela vinha me apresentando. Bastou o vento levantar a sua saia naquela esquina pra eu ver a realidade. Seu bucetão peludo me conquistou e me encheu de tesão. Depois daquele nosso primeiro encontro, na sorveteria, todas as minhas dúvidas terminaram. Pra que andar de calcinha, se ela só é um trabalho a mais na hora de chupar uma buceta ou de ter a nossa chupada? 

- Tem razão, meu amor. Eu não uso, nunca usei e acho um absurdo usar calcinha! Ela na verdade só serve na hora de limpar o gozo e pra mais nada. Prefiro andar com toalha ou papel higiênico na bolsa. É bem mais confortável. 


Ela Estava Sem Calcinha (conto erótico)

 O tempo estava um pouco abafado e caía uma chuva fina. Sentei-me à mesa de um bar e pedi uma cerveja. O bar estava quase vazio e só havia uma mulher à minha frente....Era um desses bares em que existe uma fileira de bancos ao longo do balcão e ela estava uns três bancos depois do meu tomando uma daquelas garrafas de suco energético...Instintivamente olhei para as suas pernas...A sua saia ia até os joelhos, que ela mantinha sempre bem fechadinhos...Eu torcia para que ela desse uma cruzada de pernas mas era inútil...Estava bem vigilante aos meus olhares...De vez em quando dava uma olhada para o relógio de pulso e olhava para mim com cara de poucos amigos, certamente irritada com a minha insistência em olhar para as suas pernas...Me olhava e voltava ao canudino através do qual sugava a bebida...A seguir voltava a olhar para o relógio impaciente...Logo deduzi que alguém devia ter marcado encontro com ela e por qualquer motivo havia lhe dado um um bolo. "Idiota -pensei - Dispensar uma mulher dessas...". Finalmente ela desistiu de esperar, foi até o caixa, pagou a sua bebida e se dirigiu ao banheiro...Eu também havia acabado de beber a minha cerveja e fiz o mesmo...

Os dois banheiros ficavam um ao lado do outro e não estava escrito alí qual era o de homem e qual era o de mulher...O que havia como indicação eram aqueles símbolos que a gente vê em livros de biologia que designavam o sexo feminino e o masculino. Em sempre fiz uma confusão danada entre aqueles desenhos e até até hoje não sei definir exatamente qual é o de homem e qual é o de mulher, um com uma cruzinha e outro com uma bolinha...Parei em frente ao primeiro que encontrei e fui empurrando a porta devagarinho e o que eu vi me deixou maravilhado...
Ela estava com a blusa aberta massageando os peitos com uma das mãos e com a outra outra mão dedilhava a buceta suavemente...Parecia estar em transe, numa outra dimensão, num outro universo, com os olhos fechados e a linguinha entre os lábios girando para lá e para cá, tão concentrada que nem viu eu me aproximar...Não se ela não usava ou se havia tirado, mas o certo é que...Estava sem calcinha...A visão daquela buceta sendo siriricada na minha frente me enloqueceu...Não era exatamente uma masturbação...Ela dedilhava o seu clitóris como se estivesse com os dedos na tecla d eum piano...Quando finalmente abriu os olhos e me viu alí olhando para a sua buceta levou um susto que a fez cobrir as coxas imediatamente e eu logo lhe pedi, ou melhor , quase implorei:

-Por favor, não para...Não interrompe teu gozo por causa de mim...Continua...Esquece que eu estou aqui...
       A safadinha me atendeu sem pestanejar....Voltou a fechar os olhos e a fazer exatamente o que estava fazendo...A essa altura o meu cacete já estava latejando de tão duro..Ela dedilhava a bucetinah, botava a linguinha para fora da boca, levando-a de canto a canto dos lábios num movimento sincronizado, e a sua cabeça se movimentava de um lado para o outro, estremecendo de parzer...Fui me aproximando, com o cacete duro na mão, vendo a sua cabecinha indo para lá e para cá...Num desses movimentos a sua cabeça girou para um lado e quando voltou encontrou a minha pica no seu rosto, bem perto da sua boca...Ela não se fez de rogada...Abocanhou e começou a chupar....Nem chegou a abrir os olhos, abocanhou de vez dando início a uma mamada deliciosa...Ela não chupava, mamava...Sua língua deslizava sobre a glande do meu cacete, de vez em quando segurando-o e batendo com ele no seu rosto...Depois mamava como uma bezerrinha mamando nas tetas de uma vaca...Sugava como um bebê sugando o bico dos peitos da mãe...Eu massageava seus peitos e olhava sua buceta sendo dedilhada pela mão que estava livre, até que em determinado  momento eu vi ela enfiar os quatro dedos e começar a gozar fartemente, gemendo como uma cadelinha no cio...Quando sentiu que eu ia gozar também me ofereceu os peitos para eu despejar o meu líquido:


 -Goza nos meus peitos, goza...Dá um banho neles, me faz esquecer aquele filho da puta...
          Nem tive tempo de apontar para os seus peitos...Estava há muito tempo sem dar uma trepada e os primeiros jatos foram diretos no seu rosto, do lado que estava virado para mim...Ela então botou a linguinha para fora e começou a lamber, o líquido que escorria pelo canto de sua boca, enquanto os jatos seguintes deram um banho nos seus peitos como ela havia pedido...Ela gemia a falava,com raiva...
         -Aaaiii, que gostoso...Era tudo que eu queria...Meu namorado me deu o bolo e esse banho lavou a minha alma...
         Sáimos juntos do banheiro, para espanto dos funcionários do bar, e nos dirigimos ao estacionamento os estavam nossos carros...Antes de nos despedir ela me passou o seu telefone e falou:
         - Me liga, querido...Precisamos repetir isso em cima de uma cama...




A Nova Enfermeira 

Já passava da meia noite e eu só pensava em ir embora daquele hospital no qual passei quase um mês. Estava ansioso, em menos de doze horas minha alta já estaria assinada e eu estaria de volta para casa, mas ainda tinha que passar por algumas checagens para saber se tudo estava realmente ok. O que me chateava era o fato de ter que ser um cara para vir fazer essas malditas checagens.
A porta se abriu alguns minutos após a meia noite, e pude sentir um perfume adocicado e feminino invadindo o quarto. Olhei para ver quem entrava, e ao invés do cara era uma enfermeira. Morena, de cabelos lisos e soltos, de jaleco e vestido branco. A cena dela chegando perto de mim me fez ficar excitado na hora. Ela caminhava em minha direção e os cabelos passeavam pelo seu decote comportado, mas não tanto.
Ela mediu minha pressão, que na hora deveria estar realmente alta e minha respiração, que no momento não deveria estar muito boa. Tentei me acalmar para que tudo desse certo, mas a cada fitada nos meus olhos dela, eu me sentia cada vez mais excitado.


Ela terminou as medições e simplesmente saiu. Fiquei no quarto sozinho e imaginando aquelas cenas de filme pornô, do qual a enfermeira ataca o paciente. Não demorou muito e já me via acariciando o meu pau, duro por imaginar aquela deusa me chupando.
Fiquei totalmente à vontade. A próxima checagem seria só na próxima hora. Fiquei deitado batendo uma punheta devagar, imaginando as cenas mais deliciosas que poderia, quando a porta abriu e eu mal percebi. Tudo bem, ela também não percebeu o que estava fazendo. Quando ela se aproximou que nos assustamos. Eu, com a chegada repentina dela, e ela com a minha mão segurando meu pau.


- Desculpa, senhor. Eu volto outra hora. É que sou nova aqui e esqueci que precisava checar mais algumas coisas.
- Não, não! Você que me desculpe… Eu não percebi você entrando!
- Tudo bem! Daqui a pouco eu volto e…
A interrompi na hora lhe puxando pelo braço. Que eu poderia perder?
- Fica. Foi você quem me deixou desse jeito.
Ela na hora ficou ruborizada. Estremeceu. Conseguia ver os mamilos dela endurecendo por baixo do vestido. Sem palavras, ela tentava não olhar para mim.
- Posso perder meu emprego, senhor.
- Esse é o único problema?


E com uma das mãos comecei a afastar o cabelo do seu decote, e a massagear os seus peitos. Ela gemeu baixo. E fui com a boca no seu pescoço. Subindo e beijando até a sua boca. Ela correspondia ao beijo, mas assustada com o que estava acontecendo.
- Senhor. Pode entrar alguém – Disse ela gemendo baixinho.
Ignorei, e continuei a beijando com ela sentada na cama. Fui lhe passando as mãos nas coxas, que ela, com um pouco de receio, ia abrindo devagar. Minha mão chegou fácil na sua calcinha, que já estava bem encharcada. Quando comecei a acariciar sua buceta por cima dela, ela me mordeu o lábio, e começou a me bater uma bem de leve. Ela ia subindo e descendo com a mão no meu pau, e eu afastando aquela pequena calcinha, pra enfiar meus dedos. Ela gemia no meu ouvido, me beijava o pescoço. O que era medo se transformou em tesão. O que era uma recatada enfermeira, virou uma vadia toda de branco.

Ela tirou o jaleco, enquanto me beijava o peito, a barriga, e ia descendo com a boca no meu pau, que a esse momento já babava de tanto tesão. Ela engolia minha rola como uma profissional. Chupava, lambia, passava na cara. Ela queria me fazer gozar logo. Apesar do tesão, existia todo o perigo de alguém entrar. Enquanto ela me chupava, fui tentando tirar o vestido dela. Ela parou por uns instantes e tirou os peitos pra fora. Ela parecia naquele momento ler meus pensamentos, e colocou meu pau entre seus peitos e foi subindo e descendo, lambendo a cabeça inchada da minha pica.

Ficamos assim por um tempo, mas eu queria mais. Queria tudo. Nem vi como, nem quando, mas quando a puxei pra cama, a calcinha dela já estava no chão. Um belo convite pra encher minha boca naquela buceta. Ela veio, levantando o vestido e me mostrando aquela buceta quase toda raspadinha. Eu quis deitá-la pra poder chupá-la e ela disse:
- Eu que devo cuidar de você.

Deitou-me e sentou no meu peito com a bunda virada pra minha cara. Ela ficou rebolando, coçando o grelo com os pelos do meu peito enquanto me batia uma punheta. Até que ela se abaixou para continuar chupando e me deixou com aquela bunda com marca de biquini na minha cara e aquela buceta com o grelo rosado na minha boca.

Ficamos naquela brincadeira gostosa por algum tempo. Ela me chupando, mordendo a cabeça do meu pau, e eu a chupando, enfiando os dedos ora na sua buceta, ora naquele cuzinho, que se contraía a cada estocada. Depois de pouco tempo ela não se aguentou, e tirou a buceta da minha boca para sentar no meu pau. E sentou gostoso. Meu pau simplesmente sumiu naquela buceta. E a vadia rebolava gostoso. Gemia baixinho. Chupava meus dedos, lambia os peitos. Uma vadia perfeita. Depois de várias reboladas:
- Agora vou fazer algo que vai te deixar bonzinho.
- Ah é, doutora vadia? O que?


Sem falar nada, virou de costas. Pegou minha pica e foi sentando, sem colocar os joelhos na cama e atolou o cuzinho, bem devagar na minha pica. Delicia ver aquele cuzinho subindo e descendo na minha rola. Quanto mais meu pau pulsava, mais forte aquela vadia pulava. Até que não agüentei e anunciei o gozo.
Ela sem mais delongas, tirou o rabo do meu pau e me chupou. Mas não um boquete comum, só mamando a cabeça. Ela engolia o meu caralho inteiro, me massagendo as bolas com as mãos e a língua. Não demorou muito para aquela vadia me fazer gozar direto na garganta dela. Eu me contorcia e me controlava para não gemer alto.
Ela ainda me deu mais algumas chupadas, até acabar com toda a porra do meu saco. No final se levantou, ajeitou o vestido, o cabelo, colocou o jaleco e disse: - Próxima checagem daqui a uma hora senhor !
                                # Os 7 maiores Pecados Evangélicos *
 Um dia estava passando por uma dessas igrejas gigantes de crente, quando recebi um convite para entrar. Bairro nobre da cidade, várias mulheres maravilhosas entrando na igreja, eu sem nada para fazer, procurando uma nova presa e algo bem diferente a se fazer. Pensei um pouco e resolvi entrar.
Já na entrada fui recebido por várias pessoas. Elas me viam como libertado de todos os pecados por ter escolhido o caminha da luz e da fé. Tolos. Mal sabem eles que eu estava lá para comer mulher.
Após ouvir por várias vezes o cumprimento deles, o famoso “paz do senhor”, me sentei a um banco e o culto começou. Já começou errado, pois o cara berrava e levava outras pessoas a berrar também. Eu não vejo problema nas pessoas berrarem desde que estejam em uma orgia. Pois bem, fiquei lá no banco, quando o cara lá na frente disse:


- Quem chegou hoje, por favor, venha à frente! Com o poder de cristo senhor vou lhes tirar todos os pecados.
Quase comecei a rir com aquilo. Quantos cristos eles vão trazer para me livrar dos meus pecados? Fiquei na minha, e uma multidão começou a me puxar e levar pra lá. Nisso acabei esbarrando em uma moça, que estava com uma cara que não queria estar lá. Rebelde de tudo, piercings e tatuagens, era empurrada por uma senhora aflita que a queria levar lá pra frente à todo custo.

Chegamos lá no “palanque” e o cara que estava berrando começou a pegar um por um pela cabeça. Como a fila estava “apertada” fiquei muito perto daquela moça, e algumas vezes até a encoxava de leve. Várias pessoas caiam à nossa frente, como se tivessem desmaiado. As pessoas dentro da igreja pulavam de felicidade. O alvoroço foi tamanho que várias pessoas começaram a ir para a nossa direção. Tanto ela, quanto eu nos assustamos com aquilo tudo, e eu, a salvei daquele alvoroço a puxando pelo braço. Ninguém notou quando nós dois correndo saímos da fila e entramos em uma pequena porta ao lado do palanque. Aquilo parecia um pequeno depósito, e ninguém aparentemente entrava lá, ainda mais num momento como aquele.

- Cara! Muito obrigada em me tirar desse circo. Minha avó é louca de me fazer vir pra cá.


Eu ri, e disse: – Não está buscando a redenção aos seus pecados?
- Porra! Se aquele cara passar a mão na minha cabeça eu tenho um ataque epiléptico e morro de ataque do coração!

- Hmmmm… Então tem bastante?
E o papo foi prosseguindo até cairmos no delicioso assunto. Sexo. Ela realmente era uma pecadora de mão cheia, me contando que até já tinha participado de um gang bang, onde ela sozinha deu conta de sete caras. Também contei as minhas, e com tantas afinidades tanto pessoais quanto sexuais, fomos nos abrindo cada vez mais. Até que ela mandou a seguinte frase:
- Eu morro de vontade de transar numa igreja.
Pensei comigo mesmo “Pois é. Deus ta me ouvindo.”. Eu sorri, cheguei perto da sua boca e lhe disse:
- Acredita que eu também?

A puxando pela cintura a beijei. Bem no exato momento que ouvia os “Aleluia” proferidos pelo povo dentro da igreja. Um beijo safado, quente, melhorado pelo fato de estarmos em “solo sagrado” e em perigo. Ouvíamos vozes sempre bem próximas de onde estávamos, mas não por isso desgrudamos nossas bocas e línguas que não paravam um minuto. Eu, já muito excitado, buscava seus seios e os apertava, enquanto ela me puxava e beijava. Seus seios macios contratavam com seus mamilos tensos e pontiagudos. Minha mão sempre procurando sentir a pele lisa e quente. A mão dela já buscava pelo meu pau, duro na calça, com a cabeça quase fora da calça. As vozes do lado de fora nos deixava ainda mais excitados. Ela, pouco se preocupando se alguém pudesse aparecer ou não, tirou sua blusinha. Eu em contra partida lhe tirei o soutien e fiquei com aqueles dois seios maravilhosos à minha mercê. Comecei a chupá-los, sentindo as carícias dela , que abraçava minha cabeça.

A minha língua viajava naqueles seios. Seus mamilos enrijecidos me davam a vontade de meter os dentes, e o fazia, com gemidos deliciosos dela ao meu ouvido. Ela já buscava o meu pau, mas não conseguia se abaixar para alcançá-lo. Eu, por minha vez, buscava sua buceta por baixo da saia, e quando passei um dedo por cima da calcinha, ela se estremeceu por completo e gemeu alto. Mas esses gemidos nem se comparavam aos berros que o pessoal da igreja soltava. Eu me abaixei na frente dela e coloquei uma de suas pernas no meu ombro. Ela se apoiou com as costas na parede e ia me passando a mão na cabeça. Comecei a lhe beijar a buceta por cima da calcinha e ela delirava, me acariciando a cabeça. Fiquei lhe chupando por um tempo por cima da calcinha até que ela quis minha língua por completo na sua bucetinha. Afastou um pouco por lado aquele fino pedaço de pano e minha língua bateu direto no seu grelo completamente molhado. Ela gemia, gritava, parecia estar mordendo os lábios pelos gemidos que dava. Eu não parava um só instante. Ela tinha espasmos de prazer, subia e descia, rebolava, ajeitava o cabelo, e vez ou outra eu a 
olhava nos olhos, no meio da penumbra, como uma luz leve e fraca.

Ela gozou rápido com aquela situação. Gritou alto, com a minha língua lhe chupando toda. Nos assustamos, imaginamos que alguém poderia ter ouvido, mas ninguém apareceu. Motivo de sobra para ela, desesperada, abrir a minha calça e abocanhar o meu pau. Ajoelhada, me chupava forte, como se quisesse retribuir a gozada intensa que deu. Ela engolia minha rola toda e me acariciava as bolas com a língua. Sim. Ela sabia como efetuar um pecado bem feito. Ela foi completamente gulosa com meu pau. Chupava, mordia, lambia, apertava, batia na cara, passava no corpo. Aquilo me deixou com um tesão tremendo que a puxei pro alto, e na mesma força a peguei pelas pernas, empurrei contra a parede e deixei sua buceta bem de frente para o meu pau. Ela trançou as pernas na minha cintura e eu afastei-lhe a calcinha novamente e comecei a socar meu pau fundo e com força. Ela me arranhava, chegando a rasgar minha pele, e eu com aquilo, metia cada vez mais forte. A jogava contra a parede, beijando-lhe a boca. Ela em êxtase com aquilo, me apertava e arranhava cada vez mais, me beijando como uma louca.

O culto ia crescendo conforme o nosso tesão. Em meio a gritos de “aleluia” e “fé em Deus” eu ouvia ela gemendo “Mete, filho da puta”, “Me fode cachorro”, “Soca tudo que você vai gozar na minha boca, gostoso”. Minhas mãos a pegavam firme na bunda, a fazendo tremer e gozar mais uma vez no meu pau, me abraçando forte e balbuciando qualquer coisa que eu não entendia, e não fiz a mínima questão de entender



Meu pau já pulsava muito quando ela se recobrou da gozada e voltou a gemer me pedindo para beber minha porra. A buceta dela me apertava de uma forma tal que me deixava perdido. Nós já gemíamos alto, pouco se fodendo com o que iriam pensar. Só queríamos gozar, e gozar muito! Até que, depois de muito foder aquela xota, a tirei do meu pau e ela entendeu direitinho, voltando a se ajoelhar e me pagar aquele boquete. Chupando meu pau com força e vontade, me fez jorrar muita porra na boca dela, e ela, cheia de vontade, engolia tudo sem deixar uma gota passar.


Nos ajeitamos, procuramos não esquecer nada, e saímos da salinha. Todos estavam orando, com as mãos para o alto de olhos fechados agradecendo o alívio pelos pecados absolvidos. E nós dois rindo, aliviados por mais um pecado muito bem executado!

Os Contos Eróticos tem todos os direitos e méritos reservados a Tifudyas

6 comentários:

  1. Wow mad jack! Dois contos meus numa pancada só?? rsrs Fico feliz por ter gostado deles e transcrito em teu blog. Apenas fico chateado por não contar onde os esncontrou... rs
    Um grande abraço!
    Dyas

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  2. Receba minhas sinceras desculpas Dyas , e também meus parabéns por seu imenso talento e criatividade para escrever contos tão interessantes se quiser posso retirá-los .

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  3. Como disse, só me chateou o fato de não ter contado onde encontrou. Pode deixá-los aí, só não se esqueça de informar a fonte e se for pegar outros, também não deixe de contar onde achou!! ;)
    Um grande abraço!
    Dyas

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  4. Gostei das fotos, vou ficar sempre dando uma olhada

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  5. ooooooooo gostei mas so bate punhenta não da eu quero e gozar na sua chota delicias

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  6. mais essa loucas adoram deixarem a xoxota a mostra.

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